A flor de sal defumada da Cimsal, o queijo maturado Dona Branca e as geleias de frutas nativas da Sabores da Vivenda ultrapassaram as fronteiras do Rio Grande do Norte e representaram o estado na cerimônia de premiação do Guia Michelin Rio de Janeiro & São Paulo 2026, realizada nessa segunda-feira (13), no Copacabana Palace.
Reconhecida como uma das mais relevantes distinções da gastronomia mundial, a premiação reúne, anualmente, chefs, especialistas e representantes do setor para anunciar os restaurantes contemplados com as estrelas Michelin e outras categorias que atestam a excelência gastronômica.
No menu da cerimônia, a flor de sal defumada da Cimsal integrou pratos assinados pelo chef italiano Nello Cassese. Já o queijo maturado Dona Branca e as geleias de frutas nativas da Sabores da Vivenda foram apresentados ao público no estande da ação Chefs de Origem, iniciativa do Sebrae Nacional, onde estiveram disponíveis para degustação.

Para o gestor da Cimsal, Roberto de Freitas, a presença da flor de sal no evento do Guia Michelin vai além de uma conquista da empresa, representando também um reconhecimento à gastronomia potiguar. “Estamos elevando um ingrediente do nosso estado ao patamar da alta gastronomia nacional e internacional. Para nós, é motivo de grande gratidão alcançar esse reconhecimento”, afirma.
Também celebrando a visibilidade conquistada, Gustavo Câmara, à frente da Sabores da Vivenda destacou o orgulho de produzir no estado. “É motivo de orgulho fazer um produto potiguar. O apoio do Sebrae foi, é e sempre será fundamental para o nosso sucesso. Em todos os setores da nossa empresa há a sua participação”.
Segundo Elton Alves, analista do Sebrae-RN, a iniciativa amplia visibilidade, fortalece a inserção em novos mercados e consolida o papel do Sebrae-RN no apoio à estruturação e promoção de negócios com potencial para a alta gastronomia.
“A participação no evento do Guia Michelin reforça o posicionamento dos produtos com o Selo Feito Potiguar em mercados de alta exigência. Trata-se de uma estratégia de valorização da origem, que evidencia qualidade, identidade territorial e capacidade competitiva dos pequenos produtores do Rio Grande do Norte”, ressalta.
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